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segunda-feira, 14 de maio de 2012

História

No idioma coreano, a Coreia do Sul é chamada de Daehan Min-guk (em coreano: 대한민국, Hanja: 大 (grande) 韓 (Han, nome em chinês) 民國 (povo, nação), literalmente "O grande povo de Han" ou "A grande nação de Han") Hanguk em sua forma curta (한국, "País de Han", utilizado para referir-se à Coreia como um todo) o Namhan (남한;南韓, "A nação do sul", para se referir à Coreia do Sul especificamente). O nome Han é datado das antigas Confederações Samhan da era dos Três Reinos da Coreia. Em português, assim como na maioria das línguas ocidentais, a nação é muitas vezes referida como Coreia. Esta palavra deriva da Dinastia Goryeo, a qual adotou seu nome em referência ao mais antigo Reino de Koguryŏ.

                                                            Antes da divisão

Acredita-se os que primeiros habitantes da Coreia chegaram há aproximadamente 500 mil anos. De acordo com a tradição, no ano 2 333 a.C., Tangun (também chamado Dangun), fundou a dinastia Chosŏn (chamado frequentemente de Gojoseon para evitar a confusão com a dinastia do século XIV de mesmo nome).
A antiga Coreia passou a albergar uma série de cidades-estado em constantes guerras, que apareciam e desapareciam constantemente. Contudo, três reinos, Baekje, Silla e Koguryo, se fortaleceram e dominaram a cena histórica da Coreia por mais de duzentos anos, no período conhecido como "os Três Reinos da Coreia". Em 676 d.C., Silla unificou com sucesso quase todo o território coreano, com exceção do reino de Balhae. O domínio destes reinos, sobretudo a Coreia e parte da Manchúria, deu origem ao período dos estados Norte e Sul.
Em 918, o general Wang Geon fundou o reino de Goryeo (ou Koryŏ, de onde provém o nomeCoreia). No século XIII, a invasão e dominação dos mongóis debilitou este reino. Depois de quase trinta anos, o reino conservou o domínio sobre o território da Coreia, ainda que, na realidade, era um estado tributário dos mongóis. A queda do Império Mongol foi seguida uma série de lutaspolíticas e, após a rebelião do general Yi Seong-gye em 1388, a dinastia Goryeo foi substituída pela dinastia Joseon.
Entre 1592 e 1598, os japoneses invadiram a Coreia, depois da dinastia Joseon ter negado a passagem ao exército japonês liderado por Toyotomi Hideyoshi, em sua campanha à conquista da China. A guerra só terminou quando os japoneses se retiraram após a morte de Hideyoshi. É nesta guerra que surge como herói nacional o almirante Yi Sun-sin e a popularização do famoso Navio Tartaruga.
No século XVII, a Coreia foi finalmente derrotada pelos manchus e se uniu aoImpério Chinês da Dinastia Qing. Durante oséculo XIX, graças à sua política isolacionista, a Coreia ganhou o nome de "Reino Eremita". A dinastia Joseon tratou de proteger-se contra o imperialismo ocidental, mas foram obrigados a abrir suas portas para o comércio ocidental. Depois da Segunda Guerra Sino-Japonesa e da Guerra Russo-Japonesa, a Coreia passou a ser parte do domínio japonês (1910-1945). No final da Segunda Guerra Mundial, as forças japonesas se renderam às forças da União Soviética, que ocuparam o norte da Coreia (atual Coreia do Norte), e dos Estados Unidos, que ocuparam a parte sul (atual Coreia do Sul).


                                                        Depois da divisão


Em 1948, como consequência da divisão da península entre soviéticos e estadunidenses, sugiram duas novas entidades que permanecem até hoje: a Coreia do Norte e a Coreia do Sul. No norte, um guerrilheiro antijaponês chamado Kim Il-sung obteve o poder através do apoio soviético; no sul, um político de direita, Syngman Rhee, foi nomeado como presidente.
Em 25 de junho de 1950, a Coreia do Norte invade a Coreia do Sul, dando início à Guerra da Coreia. O Conselho de Segurança das Nações Unidas decidiu intervir contra a invasão com uma força liderada pelos Estados Unidos. Essa decisão só foi possível porque o delegado da União Soviética no Conselho de Segurança das Nações Unidas esteve ausente como forma de protesto pela admissão da República Popular da China naquele órgão. Por sua parte, a União Soviética e a China decidiram apoiar a Coreia do Norte, enviando efetivos militares e provisões para as tropas norte-coreanas. A guerra acabaria com baixas massivas de civis norte e sul-coreanos. O armistício de 1953 dividiu a península ao longo da Zona Desmilitarizada da Coreia, traçada muito próxima à linha da demarcação original. Nenhum tratado de paz foi firmado, e tecnicamente os dois países continuaram em guerra. Estima-se que 2,5 milhões de pessoas morreram durante o conflito.
Em 1960 um movimento estudantil levou à renúncia do presidente Syngman Rhee. A este evento seguiu-se um período de instabilidade política, que culminaria com um golpe de estado um ano depois, liderado pelo general Park Chung-hee (o "5-16 coup d' état"). Park foi duramente criticado como um ditador sem piedade e pela repressão política ocorrida durante o seu mandato; porém, a sua economia se desenvolveu de maneira significativa, pois o regime incentivou o rápido crescimento econômico impulsionando as exportações. Park foi presidente até ser assassinado em 1979.
Os anos que se seguiram após o assassinato de Park foram novamente marcados por grande agitação política, assistindo-se a múltiplas tentativas de tomada do poder presidencial por parte dos líderes da oposição anteriormente reprimidos. Em 1980, realizou-se um outro golpe de estado, liderado pelo general Chun Doo-hwan contra o governo transitório de Choi Gyuha, que ocupou o cargo de primeiro-ministro da Coreia do Sul durante o mandato de Park. O fato de que Chun assumira a presidência desencadeou protestos a nível nacional exigindo democracia e legalidade nas eleições.
Chun e o seu governo mantiveram a Coreia do Sul sob um regime despótico até 1987, quando manifestações de trabalhadores e de grupos opositores estalaram por todo o país. Finalmente, o partido político de Chun (Partido Democrático de Justiça) e seu líder, Roh Tae-woo, deram a conhecer a declaração de 29 de junho, que incluía as chamadas eleições diretas para eleger o novo presidente. Roh ganhou as eleições por uma estreita margem contra os dirigentes dos principais partidos políticos de oposição, Kim Dae-jung e Kim Young-sam.
Em 1988, Seul organizou exemplarmente os Jogos Olímpicos de Verão, e em 1996 continuou seu desenvolvimento econômico que levou o país à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico. Como a maioria de seus vizinhos asiáticos, a economia local foi afetada pela Crise financeira asiática de 1997. Porém, o país foi capaz de se recuperar e continuar o seu crescimento e continua a ser um principais os Tigres Asiáticos.
Em junho de 2000, foi celebrada pelo presidente Kim Dae-jung a Declaração de Paz e Prosperidade, em Pyongyang, capital da Coreia do Norte. Mais tarde, nesse mesmo ano, Kim recebeu o Prêmio Nobel da Paz por seu trabalho para a democracia e os direitos humanos na Coreia do Sul e no leste asiático em geral e para a paz e reconciliação com a Coreia do Norte em particular. Em 2002, Coreia do Sul e Japão foram anfitriões da Copa do Mundo. Mais tarde, as relações entre ambas as nações se deterioraram, devido ao conflito sobre a possessão dosRochedos de Liancourt (em coreano: Dodko).

Norte-coreanos têm mais acesso à mídia internacional


Estudo dos EUA diz que regime não mantém monopólio total da informação

Os artistas sul-coreanos Bae Yong-Joone e Park Jin-Young em promoção de novela 'Dream High' , da TV KBS (Chung Sung-Jun/Getty Images)


Os norte-coreanos têm mais acesso a DVDs, programas de rádio e de televisão do que nunca, segundo um estudo divulgado nesta sexta-feira pelo governo dos Estados Unidos. O regime da Coreia do Norte foi incapaz de manter um ‘monopólio total’ sobre a informação que circula no país, e o 'conhecimento da população sobre o mundo' está mudando, aponta o relatório.
A mídia mais popular entre os norte-coreanos são as novelas da Coreia do Sul em DVD, que são contrabandeadas pela China. “São novelas sul-coreanas muito bem produzidas e ambientadas em lugares que os norte-coreanos foram fascinados durante toda a vida, por causa da forte propaganda contra a Coreia do Sul”, diz um dos autores do estudo, Nat Kretchun, segundo a rede britânica BBC.
O estudo foi conduzido pelo grupo global de consultoria InterMedia durante os últimos dois anos. As descobertas foram baseadas em uma pesquisa com 250 norte-coreanos, a maioria refugiados. Quase metade deles disse que assistia a DVDs estrangeiros.

Tradicionalmente, a Coreia do Norte fica no topo dos rankings de países com menos liberdade midiática no mundo. Enquanto a maioria dos norte-coreanos ainda não têm acesso à mídia estrangeira, o número daqueles que têm está aumentando consideravelmente. A população também está com menos medo de compartilhar informação do que antes, de acordo com o estudo.
Fonte: 
http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/norte-coreanos-tem-mais-acesso-a-midia-internacional

Maior torre feita de peças de Lego é construída na Coreia do Sul


Torre tem 31,9 metros; recorde anterior era de 31,6 metros de altura.
Foram usadas 50 mil peças e 4 mil crianças ajudaram no trabalho.


Para comemorar os 80 anos de lançamento das peças de Lego, uma torre com quase 32 metros de altura foi construída em Seoul, na Coreia do Sul. O trabalho que levou mais de cinco dias usou mais de 50 mil peças e teve a ajuda de 4 mil crianças.
O príncipe Frederik da Dinamarca, país onde a empresa que fabrica as pecinhas nasceu, foi quem colocou a última peça da torre que teve exatos 31,9 metros, segundo a companhia. O recorde anterior era francês, com uma torre com 31,6 metros.
A Coreia do Sul foi escolhida como local para comemorar os 80 anos da Lego por conta da forte presença do brinquedo no país e na Ásia.
Torre mais alta do mundo usando peças de Lego, com quase 32 metros de altura, é construída em Seoul para comemorar os 80 anos da empresa fabricante das pecinhas (Foto: Jung Yeon-Je/AFP)
Príncipe Frederik da Dinamarca, país onde a empresa foi criada, coloca a última peça da torre feita de Lego mais alta já construída (Foto: Jung Yeon-Je/AFP)
Fonte: http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2012/05/maior-torre-feita-de-pecas-de-lego-e-construida-na-coreia-do-sul.html

Robôs fazem apresentação de dança em feira na Coreia do Sul


Dez máquinas fizeram a apresentação na abertura de feira.
Yeosu Expo ocorre na cidade de Yeosu, no sul do país.



Robôs fazem apresentação de dança na abertura da feira Yeosu Expo, na cidade de Yeosu, na Coreia do Sul. Dez máquinas realizaram danças tradicionais locais para o público presente na feira que ocorre no sul do país. (Foto: Ahn Young-joon/AP)
Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2012/05/robos-fazem-apresentacao-de-danca-em-feira-na-coreia-do-sul.html

Líderes de Japão, China e Coreia se reúnem em Pequim


Líderes de Japão, China e Coreia do Sul concordaram hoje, em um encontro em Pequim, em continuar a integração da parceria econômica entre as nações, mas conversas bilaterais separadas com o primeiro-ministro japonês, Yoshihiko Noda, mostraram que assuntos controversos permanecem como um abismo persistente entre as potências do nordeste asiático.
"Decidimos lançar negociações rumo a um Tratado de Livre-Comércio (TLC) este ano, o que é uma importante decisão estratégica", disse o premiê chinês, Wen Jiabao, em uma entrevista à imprensa junto com Noda e com o presidente da Coreia do Sul, Lee Myung-bak. "O TLC vai dar vitalidade econômica à região e impulsionar a integração econômica" do nordeste da Ásia, afirmou Wen.
Os três líderes também assinaram um acordo de investimento trilateral, o qual Wen descreveu como "o primeiro documento legal importante" entre as economias dos três países.
Sobre o lançamento de um míssil em abril e a ameaça de um teste nuclear pela Coreia do Norte, Noda disse que os três países concordaram em continuar trabalhando juntos para "evitar a possibilidade de outro ato de provocação".
Entretanto, em conversas bilaterais entre Noda e Lee e entre Noda e Wen, tanto a Coreia do Sul quanto a China mencionaram assuntos sensíveis que no passado levaram a uma suspensão das relações diplomáticas entre eles. As informações são da Dow Jones. 

Coreia do Sul quer estimular ecoturismo em fronteira com Norte


Graças a acesso restrito, zona desmilitarizada, que chegou a ser descrita como lugar 'mais assustador do mundo', se tornou santuário de espécies raras.


A região é vigiada por 1 milhão de soldados e conta com 1 milhão de minas terrestres em torno da sua faixa de 248 quilômetros.
O local já atrai anualmente cerca de 6,5 milhões de visitantes, que querem ter a rara oportunidade de poder conferir - mesmo que usando binóculos - como é a vida do outro lado da fronteira, no regime ultrafechado da Coreia do Norte.
Por conta do acesso restrito do público ao local, espécies raras de animais puderam se desenvolver na área da zona desmilitarizada, entre elas garças e esquilos voadores.
Agora, o governo sul-coreano quer utilizar essa particularidade para transformar o local em uma instância de ecoturismo. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC. 

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/geral,coreia-do-sul-quer-estimular-ecoturismo-em-fronteira-com-norte,870635,0.htm

Japão e Coreia do Sul devem assinar acordo de defesa



Desde o fim da ocupação japonesa na península coreana, em 1945, levou 20 anos para Japão e Coreia do Sul estabelecerem relações diplomáticas. Agora, pela primeira vez desde a ocupação, os militares dos dois países estão perto de assinar um acordo próprio, segundo o The Wall Street Journal.
No resumo de notícias desta terça-feira em Seul e em Tóquio, os militares de ambas as nações disseram que finalizam dois acordos de cooperação que deverão ser assinados em uma reunião bilateral entre os ministros da Defesa nas próximas semanas.
Os dois países começaram a discutir os acordos no ano passado. Isso não significa que a Coreia do Sul e o Japão lutarão um pelo outro numa eventual guerra. Mas o acordo representa um dos últimos passos importantes rumo a uma relação bilateral que, por várias décadas, tem se desenvolvido em termos econômicos e políticos.
Um porta-voz militar da Coreia do Sul disse que os acordos envolverão assistência humanitária, socorro a desastres e intercâmbio de informações militares. Relatos da mídia, tanto no Japão quanto na Coreia do Sul, apontam que os acordos também abrangerão aquisições e logísticas (exceto para armas) e operações para a manutenção da paz. As informações são da Dow Jones. 

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,japao-e-coreia-do-sul-devem-assinar-acordo-de-defesa,870424,0.htm